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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sorteio no blog - ganhe um livro super bacana sobre comida!

Mais um sorteio super bacana. Desta vez, as leitoras e leitores do blog podem concorrer ao livro O Mundo à Mesa, do Chef Kumalè.

 Quem gosta de comer, adora ler sobre comida e por sorte, quem gosta de cozinhar, gosta de escrever sobre comida. Está montada a feliz equação.

 Eu, por exemplo, adoro livros de culinária, dos que tenho, devo ter feito 10% das receitas, mas adoro ir passando as páginas, admirando as fotos, sentindo o cheirinho imaginário da comida.

Daí, que me caiu nas mãos um dia destes, um livro diferente sobre comida, “O mundo à mesa”, do Chef Kumalè. Ele não tem fotos, mas tem histórias, preceitos, tabus, questões religiosas que envolvem a comida do mundo todo. Afinal, é muito fácil falar que amamos a cozinha italiana com suas porções generosíssimas, que achamos chiquérrima a cuisine francesa, mas o que sabemos sobre a comida do Congo ou da China? Você sabia que em países como estes se come besouros, larvas, porco espinho e até cachorro. Sim, eu sei, é estranho, mas trata-se de outra cultura, outros hábitos, outra forma de ver a comida. Por isso, é tão legal ler este livro, ele abre nossa mente, afinal o mundo não se resume à nossa cozinha.

 E sabe o que é mais legal? Você pode ganhar este livro. A Editora Saberes, gentilmente ofereceu um exemplar d’ “O mundo à mesa” para as leitoras e leitores do blog Se Fosse na Minha Casa. Para concorrer, basta deixar um único comentário neste post até o dia 11 de maio, com email e cidade brasileira em que você está. Cada comentário terá um número, e o resultado será conhecido pelo sorteio da Loteria Federal do dia 12 e divulgado aqui no blog no dia 13 de maio, Dia das Mães, olha só que presentão!

Participe e boa sorte! Ah, e a Editora Saberes tem um blog, clique aqui para conhecer e ver dicas muito boas de leitura.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Sob o sol da Toscana

Assim como a Provence, a Toscana é uma região que me atrai muito, morro de vontade de conhecê-la, pois além de linda, é a terra do meu avô materno.

Filmes como Sob o Sol da Toscana e Cartas para Julieta se passam lá e são um deleite para os olhos. Já assistiu Sob o Sol da Toscana?

É um filme com a Diane Lane, que conta a estória de um mulher, que após a separação ganha uma viagem de presente para a Toscana e de lá resolve não voltar, compra uma casa "caindo aos pedaços", comanda a reforma, se apaixona por um italiano e acaba vivendo feliz para sempre. É um filme médio, mas as imagens da casa, dos lugares, a rusticidade do lugar, as comidas, são simplesmente encantadores.



Daí um dia, descobri que o filme foi baseado numa história real, contada no livro do mesmo nome, pela escritora norte-americana, Frances Mayes. Ela se separou sim, mas diferentemente do filme, viajou com o novo marido para a Toscana, se encantaram pelo lugar e resolveram comprar uma casa lá.

Compraram Bramasole (é a casa tem nome), que fica num terreno com plantações de oliveiras e que é margeado por uma muralha etrusca(!!) do século 8 a.C. O livro conta a saga do casal para reformar a casa, se acostumar com os hábitos italianos, com a comida (ó que sacrifício!), enfim, um livro para ser devorado, pois tem até receitinhas. Enquanto eu lia, sentia o cheirinho de manjericão, sálvia, azeite, hummm.

E a história não pára por aí, o livro tem uma continuação, Bella Toscana, que comecei a ler agora, mas estou adorando. Recomendo os dois! E você, assistiu ao filme? Leu o livro? Gostou?

Ah, paguei 18 reais em cada livro, na Nobel.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Livros e mais livros e sorteio de aniversário do blog

Como eu já tinha dito, em setembro, é aniversário do blog e quem ganha presentes são os leitores do Se Fosse na Minha Casa. Primeiro foi a promoção do kit de jardinagem da Sanremo (o resultado sai na semana que vem) e agora o sorteio é em parceria com o portal Casa.com.br

Quem aqui não gosta de uma boa publicação? Eu sou louca por livros e tenho alguns do coração, aqueles que têm tudo a ver com a temática do blog e que por isso são consultados frequentemente. Os meus preferidos do momento são estes aí:



de comidinhas:
Nigella Express - adoro os doces desta mulher!

A Italia de Jamie
(tudo delicioso, mas a beringela deste livro é demais!) e Jamie em Casa (com receitas incríveis e dicas para montar uma horta caseira)

Pequeno Livro de Cozinha
- das "mundialmente famosas" Rainhas do Lar - cheio de dicas para facilitar a vida

decoração e arquitetura:

150 Ideias de Decoração de Casa Claudia - com fotos magníficas e ideias deliciosas de serem copiadas em nossas casinhas

Entre sem bater - Marcelo Rosembaun - sim, eu sei, o Rosenbaum está em todas agora, inclusive na minha casa, o livro é muito bacana e mostra a reforma na casa dele e o estilo informal e colorido, que é a minha cara

Renzo Piano e Frank Lloyd Wright
- da coleção dos mestres da arquitetura, da Folha de S. Paulo, que foi lançada no domingo passado e está muito legal - o próximo livro é do nosso mestre Oscar Niemeyer. Cada livro custa 16,90 e vale muito a pena!

Cozinhas, de Casa Claudia - ganhei do pessoal do Casa.com.br e é muito bacana, pois reúne os melhores projetos de cozinha publicados na Casa Claudia. Bom demais

E, por último, Jardins, Hortas e Varandas - 27 projetos publicados na Casa Claudia e escolhidos a dedo para esta edição, tem sido muito útil aqui em casa, já que estamos trabalhando pra criar uma área de lazer no quintal. Quer ganhar um e transformar sua varanda, quintal, etc? Quer, né?

Então, é isso, pra ganhar o livro aí debaixo, você deve deixar um comentário neste post até o dia 24 de setembro (sábado), com nome, email e cidade brasileira em que mora. O sorteio será pelos números da loteria federal do sábado dia 24.






Não perca!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Em férias e em terapia

Senta que este post é loongo.

Bem, pra começar, venho contar que entrei em féria oficialmente hoje, depois de entregar as pastas com os trabalhos do semestre – terceiro semestre já (o tempo realmente voa!). É incrível como a gente olha os trabalhos mais antigos e vê um progresso considerável, muito bom isso.

Mas, apesar de estar em férias do curso de Design de Interiores, tenho três trabalhos em andamento, que vão consumir boa parte do meu tempo, porém ainda pretendo aproveitar este período mais tranqüilo pra botar a casa em ordem.

Como os últimos tempos foram de muita correria, os armários, minha mesa de trabalho e tudo o mais está precisando de uma organização. Daí, me lembrei de um livro fantástico que li no final do ano passado e que ainda não tinha mostrado a vocês – Terapia do Apartamento. Este livro foi escrito pelo mesmo autor do excelente blog apartamenttherapy, do qual sou fã e lê-lo me abriu os olhos pra muitas coisas sobre minha casa e as casas que conheço por aí.



O autor fala da importância de prestarmos atenção às nossas casas, aos problemas que elas apresentam e às soluções, geralmente bem simples, mas de grande efeito. O livro propõe mudar a casa em oito semanas e prova que é possível. Ele fala sobre “curas”, pois mostra que de uma certa forma nossas casas também ficam doentes, pelo abandono, pelo acúmulo de coisas sem função, pela sujeira, pelo descaso e que precisamos promover as curas, senão ficamos doentes também – desanimados e sem vontade de voltar pra casa ao final do dia.

Confesso que nunca me senti assim, adoro voltar pra casa, acho que meu lar é o melhor lugar do mundo e tem que ser assim, pois aqui moram as pessoas mais importantes pra mim, minha família e eu mesma!

Mas, por conta da correria dos últimos meses, quero colocar em prática algumas terapias que ele ensina, uma delas é a Área de descarte – Após separarmos o que deve ir pro lixo ou doação, é preciso reservar um lugar da casa onde durante o período de cura da casa, devemos deixar objetos, roupas, sapatos, brinquedos, eletrodomésticos, livros, revistas que não têm uma função definida, mas dos quais não conseguimos nos livrar. Se depois de botar a casa em ordem, ainda sentirmos necessidade deles, eles voltam ao seu lugar de origem, senão devem ir pra doação ou pro lixo. Já parou pra pensar em quantas coisas temos em casa que nem sabemos pra que servem? Eu tenho montes e quero resolver isso.

Outra coisa interessante é que devemos entrar em cada ambiente da casa, listando tudo aquilo que é problema, desde a lâmpada queimada ou a porta rangendo até a rachadura da parede ou o piso soltando. Ou seja, tanto os pequenos quanto os grandes problemas da casa, têm importância. Uma amiga que leu o livro, disse que sente que, por causa destas pequenas coisinhas que vão ficando pra trás, a casa dela está “morrendo”,olha que triste.

Pois, ao fazer estas listas, o autor pede que também anotemos, o que podemos fazer de imediato e o que requer mais tempo e dinheiro e, de tempos em tempos, devemos rever a lista pra, ao final, estar com a casa nos trinques.

Na vida real


Eu tenho a impressão de que minhas listas serão grandes, mas que muitas coisas eu e marido poderemos fazer tranquilamente. E, agora saindo um pouco do livro, percebo que em muitas casas, as coisas são assim, as pessoas vão deixando de cuidar e elas vão ficando problemáticas, desagradáveis, tristes.

Há um tempo, visitei a casa de uma família de padrão mediano e que tinha nas paredes a pintura original da construção de mais de 20 anos, é claro que estava em péssimo estado, não há tinta que resista a todo este tempo, descascada em alguns lugares, encardida em outros, um horror. Daí, que uma lata de tinta branca de 18 litros de boa qualidade, custa em média 150 reais e naquele caso, pintaria as paredes de, pelo menos, dois ambientes. Com algumas bisnagas, que custam menos de 3 reais, seria possível colorir e dar vida às paredes.

Mas, não era só, nenhuma janela da casa tinha cortinas e eu fiquei pensando que não era possível que em 20 anos, aquela família nunca pensou em aproveitar uma promoção das Pernambucanas e comprar uma cortina por 50 reais.

Também não havia uma flor sequer e, olha que uma vasinho de violetas estava no Carrefour por 1,59 no final de semana, um cachepô de alumínio colorido custa por aí menos de 5 reais. E as lojas de 1,99 não me deixam mentir quando digo que é possível decorar a casa com bem pouco dinheiro. E esta casa que visitei era de uma família normal, sem grandes problemas, com os filhos empregados, enfim, nada que justificasse o pouco interesse com o lar.

Pode parecer intromissão minha, mas eu reparo nas casas sim e fico curiosa com este descaso que vejo em algumas casas, que são minoria, é verdade, mas que me deixam intrigada.

Às vezes, até penso que eu e marido somos meio obcecados com nossa casa, estamos sempre reformando, inventando, mexendo e fuçando pra deixar a casa mais bacana. Não precisa ser assim, mas um pouco de boa vontade e de espírito de “mãos à obra” não fazem mal a ninguém.

Bem, eu avisei que o post seria longo, mas fazia tempo que queria falar sobre isso e estava engasgando na garganta, agora passou!

Por falar em mexer, nos próximos posts, vou mostrar as transformações que fizemos no quarto da minha filha, Luíza. Até papel de parede (aquele que eu mostrei num post anterior), nós colocamos. Ficou lindo e foi tudo feito com reaproveitamento.
Aguardem!

Ah, o livro é bem baratinho e vale a pena – Terapia do Apartamento – Maxwell Gillingham –Ryan, editora Pensamento. Paguei 27 reais por ele. Vou relê-lo nas férias.

Ah, e o autor falou outra coisa legal – que a casa não deve ser só o lugar pra descansarmos, comermos, etc, deve também ser um lugar pra festejarmos, que é preciso chamar os amigos pra jantar, fazer festinhas, enfim, mostrar nossa casa, adorei esta parte.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Brigadeiro: docinho de festa ou comfort food?

Confesso que como qualquer pessoa normal, adoro brigadeiro e acabo não fazendo muitas vezes, às vezes uso para cobrir ou rechear bolos, mas quase sempre ele reina absoluto nas festinhas, na versão tradicional redondinha ou na versão moderninha em copinhos, de colher.

Bem, mas na última semana, meu filho ficou doentinho, coisa rara, já que felizmente ele nunca fica doente e me pediu brigadeiros e, como é de costume, queria fazer o doce, botar a mão na massa. Esperei que ele ficasse bom, o que aconteceu no dia seguinte e fomos fazer o brigadeiro, que ele enrolou ajudado por minha enteada e comeu feliz da vida! Não sei se a vontade teve alguma coisa a ver com o menino ter ficado doente, mas todas sabemos as propriedades terapêuticas que um bom chocolate tem, assim como não é nenhuma novidade que muita gente afoga as mágoas em uma panela de brigadeiro mole. Aqui em casa foi assim e com isso, constatei que o brigadeiro pode entrar no rol das comidinhas comfort food, afinal, todos devem ter alguma lembrança da infância, enrolando brigadeiros junto com a mãe e os irmãos.

E, foi com base nestas lembranças, que a ex-jornalista Juliana Motter, escreveu o Livro do Brigadeiro e se tornou dona de uma ateliê de brigadeiros (Maria Brigadeiro), o livro é uma delícia e apesar de todo mundo saber fazer brigadeiro, ele tem receitinhas e dicas sensacionais. Eu comprei o meu no final do ano passado e adorei:






Olha só os brigadeiros do Pedro Henrique (prato com pé e toalha de pimentinhas da loja Casa da Claudia):




E por falar em loja, chegaram por lá o mesmo prato da foto acima na versão preta com bolinha brancas (um luxo!) e uma bomboniére provençal linda de morrer. Se eu fosse você dava uma passadinha .

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mais algumas fofurices

Eu não sei se é o começo do ano, não sei se é influência do livro Terapia do Apartamento (depois conto mais sobre ele), que estou lendo, só sei que ando doida pra mudar algumas coisas aqui em casa.

Daí, quando olho vitrines, quando procuro coisas pra lojinha, fico procurando coisa bacaninhas pra minha casa.

Nas últimas andanças, achei este regador de zinco lindinho. Estava precisando de um regador, mas queria um bonitinho, que pudesse ficar na varanda pra que eu não me esquecesse de regar as plantinhas de lá e este, diferente daqueles de plástico sem graça, dá um charme à varanda.



Também comprei estes baldes de pipoca (vão estar na lojinha!), acho que qualquer coisa, por mais gostosa que seja, fica ainda melhor servido no utensílio correto. E pipoca é sempre bom!


Por último, potinhos de vidro vintage - me apaixonei por eles na hora e me lembrei que tinha visto os mesmos potes em uma loja sueca charmosíssima, que achei na internet, a Himlem Runt Hörnet, olha que graça a loja (um dia a Casa da Claudia será assim):




Olha os potinhos na loja:



agora, olha os potinhos no meu banheiro, com algodão e cotonete:


Quer também? Vão estar na lojinha a partir de amanhã. Por falar nisso, amanhã é dia de grandes novidades na lojinha, aguarde!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Chegou meu livro!

Gente, ontem cheguei em casa e me deparei com um pacotão, lá estava o meu livro: 150 Idéias de Decoração de Casa Claudia - volume II. Mas como agora eu sou uma pessoa que frequenta a academia com o marido, nem tive tempo de folheá-lo direito, só à noite, na cama, pude dar uma rápida passada de olhos pelo livros, mas já adianto que adorei! Muitas imagens bacanas, soluções criativas e muita, muita coisa mesmo que dá pra nós, reles mortais sem muito dinheiro no bolso, copiarmos pras nossas fofas casinhas. Algumas coisas eu já tinha visto nas revistas, já que o livro é uma compilação de coisas que já saíram na Casa Claudia e como eu tenho uma coleção enoooorme destas revistas, reconheci algumas imagens, mas ainda assim achei ótimo, já que é quase impossível procurar alguma coisa em mais de 300 revistas (!!).

Bem, preciso agradecer à Fabi Uchi, do blog Vida Pechincha, porque foi de lá que tirei a dica fantástica pra compra do livro, que estava na promoção de 79,90 por 39,90, na Loja Abril. Só falta agora eles colocarem o volume I na promoção, já que este eu também não tenho.

Mas, como nem tudo é perfeito, vendo a propaganda da coleção Decoração & Design da Folha de S. Paulo, rumei feliz com meu rico dinheirinho pra banca, no primeiro domingo, disposta a comprar a coleção. Foi uma decepção, o design que se vê lá é o europeu, que cá entre nós, não faz a minha cabeça, tudo cinza/bege, bege/cinza, muito sem graça. Apesar da boa qualidade gráfica, a diagração é péssima, cheia de espaços em branco e as legendas em corpo 8, pra se ler com lupa, com certeza. Diante disso, estou só com os dois primeiros números, que abriram a coleção e desisti de comprar todos os outros, o que também não ficaria barato, já que além de comprar o jornal, pagaria 14,90 por cada livro, ou seja, a coleção de 20 livros, sairia por 300 reais - muito dinheiro pra pouca coisa. Não recomendo não.

Comparem as fotos
Sem graça:





Bem colorido como eu gosto:



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Livros me fazem feliz!!

Gosto muito de ler e este é um hábito que eu tento passar pros meus filhos, mas devo dizer que acho muito caros os livros no Brasil. Por isso, recorro às bibliotecas, empréstimos de amigos, sebos e e-books pra manter o prazer da leitura.

Mas, com alguns livros, não tem jeito, tenho que fazer uma listinha e ir comprando conforme o orçamento permite - ainda estão na minha lista Nigella Express e A Itália de Jamie Oliver. Quem sabe Papai Noel lê este post e além da super-geladeira, me traz os livros também?

Bem, mas esta enrolação toda é pra dizer que na última sexta-feira chegou em casa um pacotinho da Saraiva (eu sempre compro livros pela internet), com um livro pra minha filha, Luíza e dois pra mim: O Pequeno Livro de Cozinha, escrito pelas Rainhas do Lar e Nem vem que não tem, que é a biografia do Wilson Simonal, um dos melhores e mais controversos intérpretes da música brasileira e que embalou a minha infância - eu sabia cantar praticamente todas as músicas dele.

Bem, o livro das Rainhas, eu li em uma sentada, é delicioso e diferentemente do que eu pensava, não é uma coletânea de posts do blog, mas sim, uma seleção de dicas e receitas super bacanas, não só pra cozinha, mas pra casa toda, eu recomendo! O outro eu ainda não li, mas imagino que deve ser ótimo, cheio de fotos da década de 60, delícia!