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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Jogo de panelas teflon Carrefour Habitual - não compre!!

Eu tenho uma opinião pra supermercado, acho que é um lugar legal pra, além das comprinhas básicas, encontrar também peças pra casa. Já achei muito coisa boa e com preço bom e penso que os melhores pra isso são, nesta ordem: Wal-Mart, Extra e Pão de Açúcar (meio carinho, é claro!). No Carrefour, que eu prefiro para as compras de alimentos e material de higiene ou limpeza, quase nunca encontro boas ofertas pra casa.

No final de outubro, enquanto fazia as compras do mês, anunciaram a oferta de um jogo de panelas de teflon. Eu, que estava precisando urgentemente de panelas depois de uma péssima experiência com panelas de inox, corri e adquiri o meu kit que estava com um preço ótimo e ainda por cima, tinha a opção de panelas vermelhas.

Hoje, pouco mais de dois meses depois e com cerca de 10 vezes de uso (cozinho muito no microondas e no forno), as panelas estão assim:




Uma delas já joguei fora porque soltava ferrugem enquanto cozinhava os alimentos.

Voltei na loja e conversei no Atendimento ao Cliente e o que me disseram é que não há garantia para as panelas e que portanto, não poderiam fazer nada a respeito. Legal, né?

Procurando imagens da panela na internet, não achei nenhuma, nem no site, acho que tiraram, mas achei muitas reclamações das mesmas. Pena que não vi isso antes.

Por isso, aviso: não comprem as panelas teflon marca Carrefour Habitual, elas não prestam e a loja não está nem aí pra isso.

Notícia boa
Pra não encerrar o post falando de coisa ruim, o blog está prestes a completar 1.600 seguidores, quando isso acontecer, teremos sorteio de uma peça bacaninha da loja . Aguarde!

sábado, 15 de janeiro de 2011

E se perdêssemos tudo?

Nós, blogueiras que amamos nossas casas, que adoramos escolher da geladeira ao tapetinho do banheiro, da maçaneta da porta ao quadrinho do corredor, da cesta para revistas ao pano de prato, como nos sentiríamos se de repente, uma onda gigantesca de lama e lixo devastasse tudo o que levamos anos para construir?

Como nos sentiríamos se, de uma hora para outra, não tivéssemos mais nada. Nada! Só a roupa do corpo... e olha, que nem estou falando da tragédia maior que é a perda de familiares queridos, amigos, vizinhos, colegas de trabalho.

Sinceramente, nem consigo imaginar, mas é exatamente isso o que está acontecendo com as pessoas que vivem na região serrana do Rio de Janeiro. Felizmente, a soliedariedade dos brasileiros fala mais alto nesta hora e as pessoas já estão se mobilizando em todo o Brasil para ajudar como podem.

Então, é isso, vamos vasculhar nossas casas em busca de roupas e cobertores e quem puder, pode doar mais - alimentos, água potável, produtos de limpeza e higiene. Na maioria das cidades, já estão sendo montados postos de arrecadação. Faça sua parte. É hora de ajudar quem precisa!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Síndrome do fim do ano

Faltam 26 dias para o natal e 32 dias para a chegada de 2011 e eu estou na maior correria, tanto que há mais de uma semana não tem post neste blog.

Não sei bem o que é, mas vejo que com a proximidade do fim do ano, todo mundo fica sem tempo pra nada, louco pra botar as coisas em dia, cheio de compromissos e estressado.

Sempre tento me programar pra chegar o fim de cada ano, sem dívidas, sem compromissos pendentes e com a casa em ordem, mas nem sempre consigo. Neste ano, com a lojinha vendendo muito e com muitos trabalhos do curso pra serem entregues até o dia 16 (quando começam as férias), estou bem atrapalhada. Nos últimos dias, consegui dar início à faxina de fim de ano, dei uma arrumada no meu armário, no do marido e no da filha, ainda falta arrumar armários do filho, brinquedos do filho, material escolar e armários da cozinha. Mas, só com a faxina de um único dia, já consegui separar tudo isso pra doação (sem falar no tanto de lixo que foi embora):




Queria terminar ainda neste ano, a reforma do banheiro. Na verdade, a reforma já acabou, mas ainda faltam alguns detalhezinhos, como o armário que vai sob a bancada e que marido está fazendo, mas ontem, finalmente conseguimos colocar a torneira na banheira e assim, as coisas começam a ficar em ordem (no próximo post, eu mostro a torneira, que é de cozinha e ficou um show na banheira).

E o seu final de ano, como está sendo?

Pimenta nos olhos dos outros

Diz o ditado que pimenta nos olhos dos outros é refresco. Mas um pimentinha usada na decoração também é refresco para os meus olhos. Veja esta aí na minha cozinha, que linda:





Comprei no Carrefour por 1,99, o cachepô, eu tenho há tempos e devo ter pago algo em torno de 3 reais, não ficou uma graça?

domingo, 7 de novembro de 2010

Triste...

Infelizmente os gatinhos não resistiram e morreram hoje à noite. Uma pena! Acreditamos que poderiam sobreviver, mas acho que é muito difícil criaturinhas tão frágeis se desenvolverem sem a mãe.

Nossos hóspedes

Na quinta-feira, quando cheguei em casa, da aula, o pedreiro veio me contar que naquele exato instante, quando estava jogando entulho na caçamba, ouviu um barulho, procurou o que era e encontrou - um saquinho de plástico com três gatinhos recém-nascidos. Larguei meu material e corri pra pegar o saquinho. Gente, os gatinhos deveriam estar com 40 graus! Eu imagino que eles passaram a manhã inteira dentro do saco plástico embaixo do sol escaldante que estava fazendo.

Agora me digam, que tipo de pesso faz um coisa destas? Trata estes animaizinhos como se fossem lixo. Afinal, é lixo que você coloca num saco e joga na caçamba, não?

Fiquei em choque e até chorei na hora, com medo de que morressem, mas hoje, domingo, eles continuam firmes. Choram bastante, é claro, mas aceitam muito bem tomar as várias seringas de leitinho morno que minha filha e eu lhes dão. Em alguns momentos, ligamos o aquecedor perto da caixinha onde estão, porque percebemos que às vezes, eles ficam geladinhos, grudados uns nos outros, sentindo a falta da mãe.

Consultei uma amiga, estudante de veterinária, e estamos seguindo as indicações delas. Ainda não abriram os olhinhos e apenas o cordão umbilical de uma delas caiu. Digo, ela porque achamos que são duas meninas e um menino. Mas como são muito pequenininhos, ainda não temos muita certeza.

Olha eles aí:



Não são fofos?

Provavelmente não vamos ficar com eles (filha quer!), pois já temos uma gata, uma cachorra e uma jabuti, mas vamos cuidar dos pequeninos até que completem uns 40 dias e aí procuraremos doadores.

Fico aqui pensando se tem gente que joga uma criança no lixo, imagine o que podem fazer com um animal?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

A Casa Cor Campinas fez contato

A assessoria de imprensa da Casa Cor Campinas leu o post e me ligou. Informaram que a presidente do evento marcou uma reunião para amanhã com a direção do hotel e com a direção da MultiPark para tratarem do ocorrido. Fiquei satisfeita, mostraram que se importam com os visitantes. Melhor assim, né? Vamos ver no que dá, acho bacana que discutam a situação para evitar que novos problemas deste tipo ocorram.

Sorteio

Mudando de assunto, amanhã darei início ao sorteio que já está atrasadíssimo. Fiquem atentos!

Lojinha
Acabou de chegar na lojinha uma lindíssima moringa de cerejinhas, coisa muito fofa. Passem lá!

domingo, 26 de setembro de 2010

Vá à Casa Cor Campinas a pé ou de bicicleta, mas não deixe que a MultiPark danifique seu carro, como fizeram com o nosso

Ontem, no início da noite, a convite do Casa.com.br, fomos visitar a Casa Cor Campinas. Todo mundo sabe que adoro estas mostras e que, como estudante de design de interiores, não posso de jeito nenhum ficar de fora das novidades.

Chegando no Hotel e Resort Palm Plaza, onde acontecia o evento, deixamos nosso carro com o serviço de vallet da MultiPark e pagamos adiantado 17 reais pelo serviço (ok, não vou reclamar do preço, afinal foi-se o tempo em que podíamos deixar nossos carros na rua, hoje paga-se por tudo, quem é de São Paulo, sabe muito bem o valor dos pedágios, por exemplo, e ainda tem que queira manter o PSDB no governo estadual), mas voltando ao assunto, depois de visitar toda a mostra, saímos às 20h50, horário em que entregamos nosso cartão para receber nosso carro rapidinho. Vallet é isso, não?

Não, não é! Passados 15 minutos em que estávamos ao relento, com muito vento frio e com uma criança, marido fez a primeira reclamação e o funcionário da empresa, muito grosseiramente, disse que não tínhamos do que reclamar, que 15 minutos não era muito tempo.

30 minutos depois, trazem um carro do mesmo modelo que o nosso, quando dissemos que não era o nosso, largam o dito cujo na rua.

40 minutos depois, ouvimos pelo rádio do funcionário, que não estavam encontrando nosso carro, sim tinham perdido nosso carro!

50 minutos depois, uma van do hotel nos leva até a portaria onde deixamos nosso carro para nos explicar o que estava acontecendo. No caminho, nosso carro passa a toda velocidade indo para onde tínhamos acabado de sair.

Na portaria, uma hora depois de termos pedido o carro pela primeira vez, nos explicam que nosso carro teve um problema elétrico (como assim, ele não estava perdido?), ao que argumentamos que deixamos com o manobrista o carro ligado e em perfeitas condições e que queríamos nosso dinheiro de volta. Fazem a devolução, meio a contragosto, e nos entregam o carro, nas seguintes condições: alarme não funciona, vidro do passageiro só permanece fechado e vidro do motorista só permanece aberto.

E agora? Quem são os responsáveis pelo péssimo serviço e pelos danos ao nosso carro? O hotel que terceiriza o serviço para a MultiPark, a organização da Casa Cor Campinas, que usa o serviço terceirizado do hotel? Ou a MultiPark, que tem funcionários mal educados e incompetentes?

Quem poderá nos salvar, Batman?

Sobre a mostra? Sinceramente depois disso tudo, não tenho nada bom para falar. Quer ir, vá, mas por sua conta e risco. Afinal,você será obrigado a pagar pelo serviço de vallet, mas nada garante que poderá contar com o serviço e que seu carro será devolvido como foi deixado.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Realizando um sonho

Quando eu era criança, colava páginas de revistas de decoração nas paredes com durex e naquela casa imaginária, vivia a minha boneca Susi. Também desde pequena, eu prestava a maior atenção na fachada das casas, imaginando como seriam por dentro e quando ia a uma casa nova, ficava atenta a todos os detalhes e até hoje me lembro de casas que visitei há mais de ...bem, deixa pra lá... há muito anos.

Lá pelos meu 16,17 anos, resolvi que queria ser arquiteta, mas sabe como é, né, filha de funcionária pública e de um metalúrgico, tive que desistir da faculdade caríssima e em período integral e fui fazer jornalismo (minha segunda opção). Não me arrependo, não fiquei rica, mas também nunca fiquei desempregada, gosto do meu trabalho, mas sempre tem um mas e lá no fundo, eu sempre fico pensando que se tivesse feito arquitetura, estaria mais realizada, pode até ser que não, mas sempre achamos que poderíamos ter feito melhor.

Bem, mas hoje, tenho certeza que, dentro da arquitetura, o que mais me atrai é a criação de ambientes, móveis e acessórios, decoração etc. Por isso, resolvi que 2010 será o ano da virada e ontem me matriculei no curso de Design de Interiores, é um curso técnico, com duração de dois anos e meio, numa escola conceituadíssima de Campinas e reconhecido pelo MEC e pela ABD – Associação Brasileira de Design de Interiores. A mensalidade é bem alta, na verdade, mais do que eu poderia pagar, mas marido vai me ajudar e eu estou animadíssima.

É lógico que bate um medo, pois isso significa que daqui a alguns anos, eu pretendo mudar de profissão, mergulhar em uma coisa nova, já não sou jovem, quando terminar o curso, estarei com quase 44 anos, mas e daí? É um sonho e eu estou começando a realizá-lo.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Triste

Nesta sexta-feira, por volta das 16h30, nossa gata Sophia morreu.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dia dos professores - lembrancinhas





Se existe uma profissão desvalorizada no Brasil é a de professor e o pior, é que ela é uma das mais necessárias. Alguém consegue imaginar sua vida hoje, sem os professores que teve no passado? É claro, que como em tudo na vida, tem gente boa e gente ruim, mas eu ainda me lembro da dona Maria Aparecida, minha primeira professora, há mais de 35 anos. E me lembro de outras também, como a Terezinha de História, no colegial ou o Marcel, na faculdade de jornalismo, enfim, vários foram muito importantes na minha vida.

Minha filha tem 15 anos e está na fase de reclamar dos professores, não gosta de praticamente nenhum e eu acho normal, depois passa e ela vai se lembra com carinho deles. Rebeldia pura!

Já, o Pedro Henrique, do alto dos seu três anos, tem cinco "tias"* na escolinha, onde passa quase o dia todo. Três são professoras e duas são auxiliares, que recebem as crianças no portão, brincam no parquinho, dão almoço, banho, trocam fraldas dos que ainda precisam, enfim, verdadeiros anjos da guarda do meu menino. Sempre que posso agradeço pelo carinho delas (tudo bem, eu pago e pago caro, mas escolhi esta escolinha porque dentro das minhas avaliações era a melhor e também porque precebi o carinho e o cuidado das professoras e auxliares com as crianças). Agradecer nunca é demais!

Então, hoje mandei uma bandejinha de quarto pra cada uma delas, coisa simples, mas de coração, elas merecem.

Parabéns a todas as professoras, não apenas hoje, mas em todos os dias do ano, pelo trabalho essencial que fazem!


* há dias atrás, recebi o comentário de uma leitora do blog, pedindo que eu não chamasse mais as professoras do meu filho de tia e resolvi falar sobre isso hoje. Eu conheço a luta dos professores pelo reconhecimento profissional, já trabalhei na APEOESP e no Sindicato dos Professores e em nenhum momento, quis minimizar a atuação profissional delas. Escrevi o tias com aspas, porque é assim que meu filho as chama e é assim também que elas se tratam entre si, na escola. Pode até ser errado, mas eu não quis de jeito nenhum desmerecê-las. Além disso, como eu disse, não são apenas professoras que ficam com ele, mas também as funcionárias da escola e todas são chamadas por ele e por todas as crianças de "tia". Acho que na educação infantil fica difícil dissociar a professora da figura da "tia" e na minha modesta opinião, isso não diminui a professora. É claro, que ninguém vai chamar de tia a professora do ensino médio etc, mas uma criança de 3 anos, não vê a professora como professora e sim, como "tia".

Posso estar errada, mas esta é a minha opinião, sem intenção de ofender ninguém.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Distração, oportunismo ou cara de pau?

A queridíssima Lucimara Scomparim, está passando por uma situação, no mínimo, muito chata. Os posts dela com as lindas artes que ela faz estão sendo descaradamente copiados pelo blog Em todos os tons. O problema não está em usar imagens de outras pessoas em seu blog, está em não publicar os devidos créditos, dando a entender que aquilo foi feito pela dona do blog.

Ela não foi a primeira, nem será a última a passar pos isso, infelizmente, o que só prova que, como em tudo na vida, ter um blog também exige bom senso, educação e respeito pelas outras pessoas.

Então, gente, vamos ficar espertas com o uso de imagens de outras pessoas, nós adoramos ver coisas bonitas e os blogs têm sido uma fonte infinita de inspiração, mas inspiração não pode ser desculpa pra tomar o que é dos outros como seu.

Se todo mundo colaborar, a comunidade blogueira poderá ser feliz para sempre.

Bem, depois de falar sobre as coisas chatas da internet, vamos falar sobre as coisas bacanas: amigas e selinhos. Eu recebi estes há alguns dias, mas devido á falta de tempo, não consegui publicar antes. Então, me desculpe pela demora e muito obrigada pelo carinho.

Este eu ganhei da minha vizinha Ro:



Este eu ganhei da Carol


E este eu ganhei da Si

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Projetos, projetos e mais projetos...

A correria por aqui tá boa: casa, filhos sem escola, faxineira matando serviço, trabalho, aff! Mas, paciência, por sorte eu tenho o blog pra desabafar e este post não vai ter foto, não, só falação mesmo.

Não sei se por conta de uma TPM brava (chorei horrores com a propaganda de Dia dos Pais do Boticário), mas ando meio sem paciência com a minha casa – na verdade a casa mesmo não tem culpa de nada, mas sabe quando você está com uma porção de projetos na cabeça, mas não consegue terminar nenhum deles? Então, é isso o que estou vivendo. Por falta de tempo e, principalmente, de grana, ainda não terminei o que comecei a fazer no banheiro, no quintal e agora pra ajudar, resolvi redecorar o quarto do filhote - ele fará 3 anos em setembro e eu decidi abolir o berço, mudar a cor das paredes, mas de prático até agora, só trocamos a janela por uma com grade, já que o quarto fica no andar de cima e filho é bem arteiro, então sabe como é, né? Melhor prevenir.

Então, estou assim, com um montão de coisas pela metade e o que mais me irrita é que marido não para de inventar, hoje de manhã quando pedreiro chegou, marido pediu que ele fizesse mais uma mudança no quintal, tudo bem, vai ficar bom, mas e as outras coisas que já foram iniciadas, como ficam? Ai, que saco! Marido é geminiano e não sei se por isso, por trauma de infância ou por pura desorganização mesmo, tem a péssima mania de ter um monte de idéias e de inventar uma coisa antes de ter terminado outra.

Bem, eu tenho o blog pra desabafar, mas vocês não têm obrigação de ler um texto interminável, né? Por isso, vou terminando por aqui, prometo que a partir de amanhã publico fotinhos de coisas que consegui terminar pro banheiro, pro quintal e pro quarto.

Ah, me lembrei de mais uma coisa que tá acabando com meu humor – comecei mais uma dieta! E também estou tentando organizar a festinha de aniversário do filhote, que será dentro de 26 dias.

Aff, que culpa a TPM tem se eu invento tanta coisa pra fazer, hã?