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terça-feira, 10 de abril de 2012

Arte faz bem pros olhos e pra alma

Sempre gostei de arte, mas de forma completamente leiga, gostava do que achava bonito, sem nenhum conhecimento de estilo, época, nada. Dentro do curso de Design de Interiores, tivemo a disciplina História da Arte, que pra mim foi a melhor de todas, tive a sorte de ter um professor fenomenal, daqueles que além de ter estudado tudo sobre arte, viajou pra todos os cantos do mundo, pra conhecer museus e lugares onde se respira arte.

As aulas eram tão boas que eu chegava a ficar emocionada com as estórias que o professor Francisco contava. Bem, é óbvio que em apenas um semestre não me tornei uma expert no assunto, mas o curso em abriu os olhos para uma porção de coisas e me despertou o interesse para pesquisar e saber mais.

Por que estou contando tudo isso? Porque às vezes, pensamos que arte é algo só pra quem tem dinheiro, pra quem viaja pelo mundo afora, mas não é bem assim. Dinheiro é bom e todo mundo gosta, mas é possível conhecer um pouco do assunto, visitando mostras e museus em nossas cidades, pricipalmente se você mora nas capitais.

Há dois finais de semana atrás, estive no MASP, com minha família e amigos, visitando a exposição Roma e fiquei simplesmente encantada com o alto nível da mostra, que expôs mais de 300 objetos, estátuas de mármore e outras peças originais do Império Romano, coisa do século I a.C.

Você tem ideia do que é isso? É simplesmente maravilhoso. As estátuas em mármore dos grandes imperadores me deixaram de boca aberta, imagine o que era esculpir o mármore naquela época, sem as ferramentas e a tecnologia que temos hoje. Mas, o que mais me surpreendeu e emocionou foram os fragmentos das paredes da cidade de Pompéia, que foi soterrada pelo vulcão Vesúvio, no ano 79 d.C. Foi incrível poder ver ao vivo o "vermelho pompéia" e a noção de tridimensionalidade que aquele povo tinha há tantos anos.

A exposição vai até o dia 22 de abril, no MASP e a entrada custa 15 reais (7,50 para estudantes) E de quebra, você pode visitar as outras exposições do museu, além do acervo permanente do MASP, que tem obras originais de Monet (meu preferido!), Manet, Rembrandt, Matisse, Salvado Dali, Gauguin, Degas, Renoir e tantos outros. Vale muito a pena fazer este passeio! Vá e me conte!

Ah, e perdoe o texto gigante, jornalista adora escrever!rss

Olha eu aí, com meus filhos Luíza e Pedro Henrique e amigos:


Roma, a Vida e os Imperadores:


Julio Cesar:


Cícero


paredes de Pompéia


paredes de Pompéia


Augusto


Esta foto não é minha, mas esta pintura famosíssima de Rembrandt está lá no MASP, incrível, né?

segunda-feira, 19 de março de 2012

Jardins de Monet

Depois dos posts sobre Frida Kahlo e Mondrian, estava planejando fazer um sobre Monet, que é de longe, meu artista preferido, daí que enquanto pesquisava imagens, me saltaram aos olhos os jardins de Monet, resolvi então que este post seria sobre os jardins maravilhosos de sua casa em Giverny. Vamo viajar até lá?

Os Jardins de Monet
Apaixonado pela natureza, além de reproduzí-la em suas pinturas impressionistas, o pintor francês Claude Monet (1840-1926) resolveu cultivar um jardim quando se mudou de Paris para Giverny, em 1883. Ele alugou uma casa num grande terreno, de 8.100 m², em que poderia criar seus oito filhos e ainda estava próximo a Paris, onde eram negociadas as suas obras. A pequena Giverny, um vilarejo bucólico, na época com 300 habitantes e a cerca de 70 km da capital francesa, impressionou e muito Monet. A natureza, as flores e a luz, assim como as cores e os aromas, fascinaram o artista.

Com o sucesso de suas vendas, em 1890, Monet comprou o terreno e foi lentamente adquirindo algumas terras à volta de sua propriedade, criando um paraíso natural com a ajuda de uma equipe de dez jardineiros e três motoristas. O artista plantou inúmeras espécies de flores, plantas ornamentais e árvores frutíferas e dividiu seu jardim em dois: Jardim d'Água e Jardim da Normandia – e deixou que a natureza se encarregasse de ditar a beleza e a estética visual do lugar.

No Jardim d'Água está a famosa ponte japonesa, retratada por Monet em 45 obras. Os barcos eram utilizados como apoio na manutenção e limpeza das águas. O artista sempre utilizou o lago como espelho e jogo de reflexões em suas criações e representações de cores, luzes e sombras.

No final de sua vida, o artista havia plantado mais de 1.800 espécies de flores e plantas, que conviviam em harmonia singular. Raros bambus japoneses, macieiras, azaleias, framboesas, íris, tulipas, rosas, limoeiros, rosas chinesas, miosótis, dálias, girassóis e hortênsias – para citar algumas – em suas cores variadas e cada qual com floração em data específica e planejada, faziam com que o jardim se mantivesse belo e colorido durante todos os dias do ano.

Agora, chega de papo e vamos às fotos, que são de babar:
















Fica a dúvida do que é mais lindo: o jardim ou as pinturas que o reproduziram. Já, já sai um post com as pinturas de Monet, ok?


Fontes: Casa e Jardim, Keep teh Secret, Conexão Paris, BeachCo, Ionline

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

As cores de Mondrian

Quando escrevi o post sobre Frida Kahlo, fiquei pensando em como os grandes artistas com suas ideias e sacadas de cores, sombras e luzes podem influenciar nossas escolhas na decoração.

Como uma pessoa que adora cor, gosto demais das pinturas do holandês Piet Mondrian. Tenho certeza de que muita gente já viu reproduções de suas obras, sem saber quem as tinha pintado.

Ele foi criador da corrente artística conhecida como neoplasticismo e ficou famoso pelo uso das cores primárias associadas ao preto e branco.

São dele, estas pinturas aí:





Mas, como tudo vira inspiração, olha só:

a cadeira de Arne Jacobsen na versão Mondrian


a Red Blue Chair, de Gerrit Rietveld


a almofada da Tok&Stok


o tubinho nada básico de Yves Saint Laurent


Mondrian na versão pufe


luminária


Na decoração (você usaria a combinação amarelo/azul/vermelho? Gosto das três cores, mas juntas, acho que não usaria):

















Imagens: Decor4all, Decorations.net, Furniture Inspire, ArtPerceptions, Roche Bobois, Falar Design, Yves Saint Laurent

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cores de Frida Kahlo

Não vou mentir aqui, o estilo das pinturas de Frida Kahlo, não me agrada 100%, não sou exatamente fã da moça, mas gosto demais das cores que ela usava em suas obras.

Como todo artista, Frida, colocava em suas obras o que estava sentindo e a vida da moça não foi fácil, por isso, suas pinturas me causam uma certa agonia. Mas, como o espanhol Pedro Amodóvar, a mexicana Frida Kahlo usava cores vibrantes e dramáticas, como eu gosto. Deve ser coisa de latino e por isso, gosto tanto.

Selecionei algumas imagens da casa onde Frida viveu com o muralista Diego Rivera e de algumas de suas obras para mostrar como ela gostava da mistura de cores:

A casa de Frida, hoje transformada em museu:


O museu/casa recebe milhares de visitas todos os meses:


Gostei demais desse tom de azul:


A combinação do azul com as outras cores foi muito feliz:


Frida já muito doente, pintando em sua cama, ao lado do marido, o também artista plástico, Diego Rivera:


a pintura "Viva la vida":


o quadro "Venadito" :


não descobri o nome desta, mas gostei bastante:


mais um dos muitos auto-retratos:


Reprodução de uma pirâmide maia no pátio da casa de Frida:


Gsotou da casa da Frida? E das pinturas?

Sorteio

Continua a promoção para concorrer a uma louça da loja Casa da Claudia. Veja no post anterior, como participar.